17 cases de sucesso de marketing de conteúdo para grandes empresas
Veja exemplos de marketing de conteúdo, do SEO clássico às estratégias orientadas por inteligência artificial e GEO
Índice
- Veja 17 exemplos de marketing de conteúdo de sucesso
- Cora
- Banco PAN
- B3
- Insper
- Nubank
- Receitas Nestlé
- Elanco
- Friboi
- Itambé
- Barenbrug do Brasil
- Jacobs Douwe Egberts (JDE)
- Taurus
O avanço da inteligência artificial e a consolidação do conceito de GEO (Generative Experience Optimization) redefiniram a forma como as marcas planejam, produzem e distribuem conteúdo. Se antes o marketing de conteúdo (content marketing) se apoiava apenas em SEO e calendário editorial, atualmente exige arquitetura estratégica, dados proprietários, clusters semânticos e preparo técnico para dialogar com mecanismos de busca baseados em IA.
Nesse cenário, exemplos de marketing de conteúdo deixaram de ser apenas histórias inspiradoras, pois tornaram-se provas concretas de maturidade estratégica: projetos que combinam visão editorial, performance orgânica, experiência do usuário e integração entre tecnologia e branding para gerar autoridade, demanda e impacto real no negócio.
Os projetos mais bem-sucedidos já nascem estruturados para essa realidade que é a inteligência artificial na vida das pessoas. A grande maioria conta com planejamento orientado por dados, linguagem preparada para leitura humana e interpretação algorítmica, distribuição inteligente e governança editorial consistente. São operações que funcionam como ativos estratégicos, não como iniciativas isoladas de blog.
É nesse contexto que se destacam empresas que assumiram o papel de brand publishers e transformaram seus canais proprietários em centros de autoridade digital. Entre essas marcas estão a Cora, com o DNA Empreendedor, e a B3, com o Bora Investir, hubs de conteúdo que contam com apoio estratégico da Prosperidade Conteúdos.
A seguir, conheça 17 cases de marketing de conteúdo, dos mais recentes e estruturados para a era da IA aos que já estão há anos em atividade, que demonstram como estratégia, arquitetura e consistência editorial transformam conteúdo em crescimento sustentável e vantagem competitiva.
Veja 17 exemplos de marketing de conteúdo de sucesso
Cora
O DNA Empreendedor é o hub de conteúdo da Cora, fintech que oferece conta PJ e soluções financeiras para PMEs (pequenas e médias empresas). Estruturado como um portal especializado no universo do empreendedorismo, a plataforma reúne dicas, notícias, guias e ferramentas com foco em gestão, finanças, inovação e rotina empresarial.
Com arquitetura baseada em clusters temáticos e planejamento orientado por dados, o hub organiza conteúdos para fortalecer autoridade, ampliar alcance orgânico e dialogar com as novas dinâmicas de busca mediadas por inteligência artificial. A Prosperidade Conteúdos atua como parceira estratégica na estruturação e evolução desse ecossistema editorial.
Mais do que um blog institucional, o DNA Empreendedor posiciona a Cora como brand publisher. Em pouco tempo de operação, o hub ampliou de forma consistente o tráfego orgânico, melhorou o ranqueamento de palavras-chave estratégicas para a marca, aumentou o volume de sessões e passou a figurar com maior frequência em respostas geradas por IA nos mecanismos de busca.
Banco PAN
O Banco PAN é uma das principais instituições financeiras do país e consolidou seu blog como um dos pilares estratégicos de marketing de conteúdo no setor.
A estratégia de content marketing e SEO foi integralmente estruturada e executada pela Prosperidade Conteúdos, com foco em crescimento orgânico, ampliação de autoridade digital e geração de demanda qualificada.
Em apenas 12 meses, o tráfego orgânico do hub de conteúdo do Banco PAN teve um aumento de impressionantes 1.141%.
Nesse período de apenas um ano, o blog da instituição financeira também teve uma alta de 833% no total de palavras-chave ranqueadas pelo Google, graças a uma estratégia robusta de SEO.
O hub também passou a responder por 43% do tráfego orgânico total do domínio do Banco PAN, quando, 12 meses antes, respondia por apenas 9%.
O total de visitas geradas pelas palavras-chave indexadas pelo blog em 12 meses custaria (estimativa) mais de R$ 5 milhões em investimento de mídia paga no mesmo período, de acordo com dados da ferramenta SemRush.
Ou seja, além de economizar um valor expressivo com compra de mídia, o Banco PAN passou a receber em maior volume de visitas mais qualificadas e adequadas às fases de funil, de acordo com as buscas realizadas no Google.
O blog se tornou uma ferramenta muito importante na conversão de clientes. Isso porque, de toda audiência orgânica gerada no hub, 32% chegaram a uma landing page de produto e, desses, metade iniciou uma jornada no funil de conversão. Ou seja, a qualificação do lead que passou pelo blog chegou a ser 46% maior do que em comparação a quem não o visitou.
O hub de conteúdo do Banco PAN explorou assuntos de interesse geral, didáticos, informativos e muitas vezes atemporais. Por exemplo, os seguintes posts:
- “Como consultar PIS pelo CPF: veja o passo a passo”
- “Cartão cidadão: saiba como tirar”
- “O que é e como saber seu NIT (Número de Inscrição do Trabalhador)”
A Prosperidade Conteúdos também aliou a essa estratégia de conteúdos os textos mais “quentes”, a famosa “notícia do dia”, o factual.
São matérias que requerem publicação imediata, têm teor inédito, com o objetivo de tornar o hub de conteúdo relevante no território narrativo em que a marca está inserida. E, claro, ajudam a posicionar o blog no topo das buscas do Google, por sua relevância.
Alguns exemplos de posts quentes publicados nesse período foram os seguintes:
- “Auxílio taxista começa a ser pago na próxima semana; veja datas”
- “PIX caminhoneiro: veja quem deve fazer a autodeclaração”
- “Petrobras reduz preço da gasolina a partir desta terça-feira”
Acesse o case completo do Banco PAN para ver todos os números e detalhes dessa estratégia de marketing de conteúdo.
B3
O Bora Investir é o hub proprietário de conteúdo da B3, a bolsa de valores brasileira, uma das maiores empresas de infraestrutura do mercado financeiro global. O portal reúne conteúdos educacionais sobre investimentos, mercado de capitais e finanças pessoais, com foco em ampliar o acesso à informação qualificada e fortalecer a presença digital da marca junto ao público investidor.
O desafio tem sido multiplicar e qualificar a audiência orgânica em um setor altamente competitivo, no qual grandes portais financeiros, corretoras e veículos especializados disputam as primeiras posições nos mecanismos de busca.
A Prosperidade Conteúdos conduz uma estratégia integrada de SEO técnico, SEO on page e inbound marketing. O projeto inclui otimização de performance e indexação, produção de conteúdos orientados por análise aprofundada de palavras-chave estratégicas, expansão de um glossário educacional alinhado à intenção de busca e implantação do formato Web Stories para ampliar distribuição e alcance.
Após 12 meses de estratégia estruturada, os resultados demonstraram impacto direto na performance:
- cliques orgânicos: aumento de 1.150%;
- impressões orgânicas: aumento de 1.110%;
- usuários orgânicos totais e únicos: aumento de 110%;
- Web Stories: meio milhão de pageviews gerados no período.
O crescimento de 1.150% em cliques orgânicos, em um ambiente competitivo, evidencia ganho consistente de visibilidade, relevância semântica e autoridade temática. O Bora Investir consolida posicionamento estratégico no mercado financeiro digital e reforça o papel da B3 como brand publisher por meio de uma estratégia estruturada de marketing de conteúdo.
Insper
O Insper é uma das principais instituições de ensino superior do Brasil nas áreas de negócios, economia, direito e engenharia. Seu site institucional e o hub Insper Notícias exercem papel estratégico na atração de potenciais alunos para os cursos.
A parceria com a Prosperidade Conteúdos teve início em 2021, com um diagnóstico aprofundado de SEO, design, conteúdo e performance digital. No ano seguinte, o escopo foi ampliado para incluir estratégia e operação de marketing de conteúdo com foco direto no crescimento orgânico e no aumento de inscrições.
A atuação integrou SEO técnico, produção orientada por dados e inbound marketing. O projeto incluiu levantamento de palavras-chave com maior volume e relevância estratégica, definição de pautas alinhadas à intenção de busca, produção de conteúdos otimizados para o hub Insper Notícias, correções técnicas que impactavam indexação e desempenho, além de campanhas digitais direcionadas às páginas de inscrição dos cursos.
Após 12 meses, 2022 consolidou-se como o melhor ano de performance orgânica da história do site até então:
- tráfego orgânico do hub Insper Notícias: aumento de 168% em relação a 2021;
- participação do hub no tráfego orgânico total: crescimento de 6 pontos percentuais, passando a representar 16% do total;
- site institucional: superação do recorde histórico anterior de visitas orgânicas.
Outro ponto relevante foi o papel do tráfego orgânico na jornada de conversão. Uma parcela significativa das conversões teve início no canal orgânico, mesmo quando o último clique ocorreu em outro canal. No escopo do projeto, a conversão refere-se à inscrição em cursos e ao cadastro na página “avise-me”, para cursos com matrículas ainda não abertas.
O projeto consolidou o marketing de conteúdo do Insper como ativo estratégico de geração de demanda qualificada, sustentado por dados, execução técnica e consistência editorial.

Nubank
O Nubank sempre é citado como um exemplo de bom uso do marketing de conteúdo e das estratégias de SEO para garantir tráfego orgânico.
A fintech brasileira investe pesado em conteúdos de qualidade, tanto nas redes sociais quanto em seu blog.
Alguns conteúdos de destaque no blog do Nubank seguem uma abordagem de serviço, com foco em utilidade prática para os leitores. Alguns exemplos são:
- “Como pagar o DAS MEI?”
- “Portal e-CAC Receita Federal: o que é, para que serve e como se cadastrar?”
- “Como fica o expediente bancário no fim do ano?”
- “Quanto vai custar a ceia neste Natal? Compare preços”
Os conteúdos seguem essa mesma lógica: agregam valor ao esclarecer dúvidas, oferecer informação prática e apresentar explicações didáticas. Além disso, exploram de forma estratégica perguntas com alto volume de busca, alinhadas aos temas mais procurados no Google em determinados períodos do ano.
Segundo o especialista em SEO Leonardo Cruz, em uma extensa análise que ele fez sobre os números do Nubank em um post no LinkedIn, a fintech conseguiu a proeza de ver seu hub de conteúdo crescer 7.047% em acessos orgânicos em apenas dois anos, entre 2019 e 2021.
Vejam como o marketing de conteúdo foi poderoso para eles: apenas nesse período, houve um salto de 88 mil para mais de 6,3 milhões de acessos orgânicos mensais no blog — uma audiência maior que a de portais de jornalismo econômico consolidados, como Valor e Money Times.
Receitas Nestlé
Em 2016, a pesquisadora Marta Ventura Lourenço Morais Monteiro, da Universidade Católica Portuguesa, fez o estudo “Estratégia Digital de Marketing de Conteúdos — Estudo de Caso Nestlé Cozinhar”.
Nele, ela mostra o case de sucesso “Nestlé Cozinhar”, em que a multinacional usou marketing de conteúdo para se aproximar do seu público por meio de deliciosas dicas culinárias. O portal existe até hoje, com atualizações constantes de receitas, truques e dicas.
Vale destacar que a mesma estratégia foi adotada pela Nestlé em outros países em que atua — como o Brasil.
Por aqui, o hub de conteúdo de culinária se chama Receitas Nestlé. O site oferece receitas atualizadas, algumas enviadas por clientes, dicas, vídeos, além de livro de receitas para download gratuito. Funciona como ferramenta para ampliar as vendas, inclusive ao sugerir receitas atreladas aos produtos da marca.

Elanco
A Elanco é uma das principais empresas globais de saúde animal. No Brasil, o Portal Cria Saudável atua como hub proprietário de conteúdo voltado para pecuaristas, médicos-veterinários e profissionais do agronegócio.
A Prosperidade Conteúdos, então, implementou uma estratégia integrada de SEO e conteúdo. O projeto incluiu produção de artigos orientados por intenção de busca, distribuição via social media e newsletter, além de melhorias em UX e UI para elevar retenção e experiência de navegação.
O desafio consistia em transformar o tráfego orgânico em um motor de crescimento. Antes da estratégia estruturada, apenas 17% do tráfego total do portal vinha da busca orgânica, o que gerava forte dependência de mídia paga e de canais menos previsíveis. A meta era consolidar o orgânico como canal sustentável de aquisição e autoridade digital no setor.
Em poucos meses, os resultados evidenciaram impacto direto na performance do marketing de conteúdo:
- participação do tráfego orgânico: crescimento de 17% para 42% do total do portal;
- novos usuários orgânicos: aumento de 129% (YoY);
- usuários orgânicos: crescimento de 44% (YoY);
- sessões orgânicas: aumento de 37% (YoY).
A busca orgânica passou a responder por aproximadamente um terço da audiência total, com 33% dos usuários, 32% dos novos usuários, 35% das sessões e 33% das visualizações originadas nesse canal.
O projeto consolidou o hub de conteúdo da Elanco como ativo estratégico de aquisição previsível e de redução da dependência de mídia paga, o que fortaleceu o posicionamento do portal Cria Saudável como referência no agronegócio.
Friboi
Foi destacado como um caso de sucesso de marketing no agronegócio por uma monografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), apresentada em 2016, que citava boas estratégias ainda no marketing tradicional, com a promoção Miniastros, de 2012, e a contratação de Tony Ramos como garoto-propaganda da campanha publicitária de 2013.
Mas na internet a marca também se consolidou, com investimento em vários conteúdos ricos, como receitas, a ferramenta “churrascômetro”, para calcular gastos nos churrascos, manuais técnicas, artigos para pecuaristas, canal de YouTube com chefs colocando a mão na massa e muito engajamento nas redes sociais — só a página no Facebook tem mais de 1 milhão de seguidores.
Itambé
A marca começou a investir em peças publicitárias ensinando receitas tradicionais do brasileiro, como pudim de leite e brigadeiro. Isso deu tão certo que começou a ser levado para um blog, que tinha dicas simples para seu público final, nas categorias “mães”, “Gastrô” e “fitness”.
Nas redes sociais, a marca passou a investir mais em conteúdo de vídeo, com a participação de chefs, que ensinam a fazer receitas — a mesma fórmula que já tinha dado certo anos antes, em outros formatos.
O resultado é que, hoje, a página da Itambé no Facebook, que se consolidou como seu principal canal digital, tem quase 1 milhão de seguidores. E a empresa também está presente no Instagram, no qual tem 170 mil seguidores.
Barenbrug do Brasil
Foi a pandemia que fez a Barenbrug passar a pensar no digital, trabalhando o marketing de conteúdo em seus vários canais, com blog, folders digitais, cursos online, vídeos, podcasts, eBooks etc.
Os resultados em curto tempo e com pouco investimento foram palpáveis:
- o Retorno sobre o Investimento (ROI) no ano safra da Barenbrug do Brasil (de 1º de julho de 2020 até 30 de junho de 2021) atingiu 587%;
- site da empresa detém 44 palavras-chaves na primeira posição do Google;
- site atingiu 82.461 visitantes no primeiro ano de investimento em marketing digital;
- no período, foram gerados 5.920 leads, dos quais 1.049 se transformaram em oportunidades comerciais.
Jacobs Douwe Egberts (JDE)
Quem trouxe este caso, sem abrir os números, foi o próprio Google. Em 2020, o Think With Google divulgou que a JDE, gigante holandesa do segmento de cafés e chás, fundada em 1753, percebeu que o número de clientes comprando café online estava crescendo muito.
O que fizeram com essa informação? Investiram pesado no digital.
Após a transformação digital, a empresa passou a investir em marketing orientado por dados, com decisões baseadas em comportamento, preferências e padrões de consumo. O objetivo estratégico foi conectar cada consumidor aos produtos mais alinhados ao seu perfil, ampliar relevância e elevar a eficiência comercial.
A empresa figura entre as principais companhias globais do segmento de café e chá, com atuação em mais de 140 países e presença consolidada em diversos mercados internacionais.
Taurus
A empresa canadense fundada em 2001 é especializada em produtos agronômicos e construiu sua marca em torno de processos tradicionais. Todo o crescimento foi calcado na equipe de vendas e no boca a boca. O site que a empresa tinha era totalmente subutilizado, como acontece com muitas páginas do universo agro, ainda hoje.
Em 2016, a companhia decidiu entrar de cabeça no marketing digital. O primeiro passo foi reformar totalmente o site do grupo Taurus, que passou a conter o catálogo completo de produtos da empresa. Depois, foi criado um blog, para fornecer conteúdo para os interessados no assunto e potenciais clientes.
Por fim, foram lançadas ofertas de conteúdo premium para os clientes que se cadastrassem.
Outras estratégias foram as newsletters e os posts em redes sociais.
Com isso, apenas no primeiro ano, entre 2016 e 2017, as visitas ao site da Taurus aumentaram 152%. A taxa de conversão de visitantes melhorou 768% no período.
Mais visitas se traduziram em mais negócios fechados para a empresa, o que culminou na consolidação da marca no mercado.

Marketing de conteúdo: exemplos de cases de sucesso há mais de duas décadas
O artigo “Marketing de Conteúdo: um exercício de cartografia”, dos pesquisadores Tiana Maciel Ellwanger, Felipe Rodrigues Siston e Karine Karam, apresentado na Intercom, em 2015, lista outros vários exemplos de sucesso do uso do marketing de conteúdo consolidados há anos:
- P&G – Marca lançou um portal com conteúdos voltados para meninas, o Being Girl, ainda no ano 2000, que “foi considerado mais efetivo para a venda do Tampax do que a publicidade tradicional em televisão”.
- Blendtec – Fabricante de liquidificadores lançou a série de vídeos “Will it Blend?” em seu canal no Youtube, em 2007, responsável por aumentar seu faturamento em 700%. De lá pra cá, o canal já teve cerca de 300 milhões de visualizações e mais de 800 mil inscritos.
- Red Bull – A ação Red Bull Stratos — o salto de um paraquedista a partir da estratosfera —, projetada por sete anos e lançada em 2012, é um case de sucesso estudado até hoje. A iniciativa entrou para a história do marketing de conteúdo, com números recordistas: 8 milhões de pessoas assistiram à transmissão ao vivo pelo canal da marca, 40 emissoras de TV retransmitiram tudo, além de milhares de novos inscritos nos canais de YouTube, Facebook e Twitter da Red Bull. Os autores apontam a marca como uma inspiração para todos que fazem marketing de conteúdo: “A Red Bull conseguiu o que nenhuma outra marca parece ter alcançado: ser uma marca editora, tornando-se o próprio show. […] De tão inovadora, a Red Bull já não é mais vista apenas como uma fabricante de energéticos e bebidas, é também uma empresa de comunicação que produz e comercializa conteúdo”.
- Shell – Os autores citam o ramo do petróleo, gás e energia como um dos “mais odiados do mundo” e dizem que a Shell se diferenciou de concorrentes ao assumir o protagonismo da comunicação e produção de conteúdo. A marca foi uma das pioneiras no marketing de conteúdo ao lançar, ainda em 1988, o Clube Irmão Caminhoneiro Shell, com inserções na TV, que mais tarde viraram site e aplicativo voltados para os caminhoneiros. Ainda hoje a marca é uma grande produtora de conteúdo — o site segue no ar.
- Chevron – É outra marca do segmento de energia com cases interessantes no marketing de conteúdo, como a campanha “We Agree”, toda pensada para o Facebook, lançada em 2010, que ouvia “pessoas comuns” para abordar práticas de responsabilidade social da empresa.
Sua marca pode ser o próximo case de sucesso em marketing de conteúdo. Agende uma conversa com a Prosperidade Conteúdos e descubra como estruturar um ecossistema capaz de gerar novos negócios de forma consistente, fortalecer o relacionamento com clientes e sustentar crescimento previsível no longo prazo.
FAQ – Perguntas frequentes sobre marketing de conteúdo
Marketing de conteúdo é uma estratégia focada na criação e distribuição de conteúdos relevantes, informativos e estratégicos para atrair, engajar e converter um público específico. Em vez de priorizar mensagens promocionais diretas, o marketing de conteúdo constrói autoridade, gera confiança e influencia a jornada de decisão do cliente ao longo do tempo.
Hub de conteúdo é uma estrutura editorial organizada por temas e clusters semânticos, que concentra artigos, guias, notícias, glossários e outros formatos em torno de um território estratégico da marca. No marketing de conteúdo, o hub funciona como ativo proprietário capaz de ampliar tráfego orgânico, fortalecer autoridade temática e sustentar crescimento previsível.
Brand publishing é o modelo no qual a marca assume papel semelhante ao de uma empresa de mídia, com governança editorial, calendário estruturado e posicionamento claro em determinado território de conteúdo. Ao se tornar brand publisher, a empresa deixa de ter apenas um blog institucional e passa a operar um ecossistema de marketing de conteúdo com impacto direto em reputação, audiência e geração de demanda.
SEO é um dos pilares técnicos do marketing de conteúdo. Ele garante que os conteúdos produzidos sejam encontrados nos mecanismos de busca por meio de palavras-chave estratégicas, arquitetura adequada e otimização técnica. Quando bem executado, o marketing de conteúdo orientado por SEO amplia visibilidade, melhora ranqueamento e reduz dependência de mídia paga.
A inteligência artificial transformou a forma como conteúdos são descobertos e consumidos. GEO, ou Generative Experience Optimization, adapta o marketing de conteúdo para mecanismos de busca baseados em IA, como respostas generativas e assistentes digitais. Isso exige estrutura semântica robusta, profundidade temática e organização estratégica do hub de conteúdo para aumentar as chances de citação em respostas automatizadas.
Sim. Marketing de conteúdo gera resultados mensuráveis como crescimento de tráfego orgânico, aumento de palavras-chave ranqueadas, maior participação do canal orgânico na aquisição de usuários e impacto na jornada de conversão.
Não. Embora muitos exemplos envolvam grandes marcas, marketing de conteúdo funciona para empresas de diferentes portes e segmentos. A estrutura pode variar em escala, mas os fundamentos — estratégia editorial, SEO, dados e consistência — permanecem os mesmos, seja para PMEs, fintechs, instituições de ensino, empresas do agronegócio etc.
Marketing de conteúdo é uma estratégia orientada à geração de demanda. Seu foco está em atrair, educar e converter públicos específicos por meio de conteúdos alinhados à jornada de compra. Normalmente opera com metas claras de performance — tráfego orgânico, leads, MQLs (Marketing Qualified Leads), CAC (Custo de Aquisição de Cliente) — e costuma estar conectado a SEO, mídia paga, CRM e automação. É altamente mensurável e geralmente estruturado por palavras-chave, funis e ofertas.
Brand publishing é uma evolução estratégica. Em vez de produzir conteúdos para apoiar campanhas, a marca passa a operar como um publisher, com território narrativo próprio, linha editorial clara, governança de pauta e visão de longo prazo. O objetivo principal não é apenas conversão, mas construção de autoridade, influência e preferência. O conteúdo deixa de ser tático e passa a ser um ativo estratégico de marca, capaz de sustentar reputação, relevância cultural e share of voice orgânico no mercado.
Adote marketing de conteúdo quando o objetivo central for geração previsível de demanda, crescimento de tráfego qualificado e aceleração comercial. Empresas em fase de tração, com metas claras de aquisição, produtos definidos e necessidade de provar ROI rapidamente tendem a se beneficiar mais dessa abordagem. É especialmente eficaz em mercados com alta intenção de busca e jornadas mais objetivas.
Já o brand publishing faz sentido quando a empresa precisa ocupar um território estratégico, diferenciar-se por pensamento e construir vantagem competitiva baseada em autoridade. Organizações líderes, com portfólio complexo, ciclos de venda longos ou que disputam narrativa, não apenas preço, colhem melhores resultados ao estruturar uma operação editorial contínua. É uma decisão de posicionamento, não apenas de performance.
Sua empresa está pronta quando há clareza de posicionamento, consistência de marca e comprometimento de longo prazo. Brand publishing exige visão editorial definida, patrocínio executivo, integração entre marketing, comunicação e liderança e disposição para investir em ativos proprietários (como hub de conteúdo, newsletter, comunidade e dados estruturados). Não é um projeto de campanha, é infraestrutura estratégica.
Outro sinal de maturidade é entender que o retorno não será apenas lead imediato, mas ampliação de autoridade, influência e presença orgânica sustentável, inclusive em ambientes emergentes como mecanismos generativos. Se a empresa medir apenas cliques de curto prazo, ainda não está pronta. Se mede reputação, share of search, recorrência e impacto na jornada completa, o terreno é fértil.