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    <title>Prosperidade Conteúdos</title>
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    <description>Agência de Marketing Digital especializada em Marketing de Conteúdo, SEO, GEO e Inbound Marketing para empresas de médio e grande porte.</description>
    <lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 23:56:19 +0000</lastBuildDate>
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        <title>Prosperidade Conteúdos</title>
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            <title>Zero click searches: qual é o impacto no tráfego orgânico?</title>
            <link>https://www.prosperidadeconteudos.com/zero-click-searches/</link>
            <pubDate>Mon, 04 May 2026 21:43:43 +0000</pubDate>
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            <description><![CDATA[<p>Entenda por que menos cliques não significam, por si só, menos relevância orgânica e quais oportunidades se oferecem nesse cenário</p>
<p>O post <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/zero-click-searches/">Zero click searches: qual é o impacto no tráfego orgânico?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com">Prosperidade Conteúdos</a>.</p>
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            <content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/google-search-ia-trafego-organico-b2b/" title="tráfego orgânico">tráfego orgânico</a> não desapareceu, mas mudou de forma. Parte relevante dessa mudança passa pelo avanço das <strong>zero click searches</strong>, buscas em que a pessoa encontra uma resposta suficiente na própria página de resultados e não acessa nenhum site.&nbsp;</p>



<p>Isso acontece com snippets, painéis de informação, mapas, calculadoras, respostas rápidas, People Also Ask (“as pessoas também perguntam”) e, cada vez mais, com <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/como-a-ia-esta-transformando-o-content-marketing-no-mundo/" type="post" id="4824">recursos apoiados por inteligência artificial, como os AI Overviews</a>. </p>



<p>O efeito prático <strong><a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/seo-para-ia-como-ser-citado-nas-buscas-com-inteligencia-artificial/">não é o fim do SEO</a></strong>, mas uma redistribuição da atenção, dos cliques e da forma como o valor da busca orgânica deve ser medido.</p>



<p>Para as lideranças de marketing, o ponto central não está em entrar em pânico nem em repetir a tese de que “SEO morreu”. No caso, é entender que <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/como-aparecer-no-ranking-do-google/">a busca ficou mais resolutiva dentro da SERP</a>. </p>



<p>Ao mesmo tempo, o Google segue como um dos maiores motores de descoberta e referência de tráfego da web, o que mostra que a <strong>busca continua estratégica</strong> mesmo com menos cliques em parte das jornadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é zero click e como essas buscas funcionam</h2>



<p>De forma simples, <strong>zero click</strong> é a busca que termina sem clique em um resultado tradicional da web. A pessoa faz a pesquisa, encontra o que precisava na própria SERP e encerra a jornada, refina a consulta ou parte para outra ação.&nbsp;</p>



<p>Esse comportamento não é novo, mas ganhou escala com a evolução dos recursos de resposta direta do Google. Featured snippets, painéis de conhecimento e módulos de perguntas relacionadas já reduziam a necessidade de clique em várias consultas. Com a IA na busca, essa lógica ganhou mais força.</p>



<p>Exemplos práticos ajudam a deixar isso claro. Quando alguém busca conversão de moeda, previsão do tempo, horário de funcionamento, idade de uma personalidade, significado de um termo ou uma definição curta, muitas vezes a resposta aparece na própria SERP.&nbsp;</p>



<p>Em buscas mais complexas, os AI Overviews sintetizam informações e exibem links para aprofundamento, o que altera a distribuição da atenção e pode reduzir a taxa de clique em parte das consultas informacionais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://calendar.app.google/DsdUEkRmCYmVox547"><img decoding="async" width="1200" height="600" loading="lazy" src="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao.webp" alt="Banner CTA para agendar conversa com os consultores da Prosperidade Conteúdos, sua agência de SEO e Marketing Digital" class="wp-image-4459" srcset="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao.webp 1200w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao-150x75.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que as zero click searches estão aumentando no Google</h2>



<p>A principal razão é simples: o Google tenta resolver a busca com mais eficiência. Os sistemas de ranking consideram o significado da consulta, a relevância, a qualidade, a usabilidade e outros sinais para entregar o resultado mais útil possível. Em muitos casos, “mais útil” deixou de significar apenas “apontar um link”. Agora, também significa responder ali mesmo.</p>



<p>Os featured snippets são parte importante dessa história. Essas caixas especiais destacam um trecho de uma página para responder rapidamente à pergunta de quem pesquisa. Isso pode ajudar um site a <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/conheca-servicos-de-marketing-que-diferenciam-marcas-na-era-da-visibilidade-citavel/">ganhar visibilidade e autoridade</a>, mas também pode satisfazer a dúvida sem visita ao domínio de origem. O mesmo vale para outros recursos da SERP que antecipam a informação antes do clique.</p>



<p>A <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/ferramentas-conteudo-inteligencia-artificial/">inteligência artificial</a> acelerou esse movimento. Resumos gerados pelo Google passaram a atender consultas mais longas, comparativas e exploratórias. Em vez de apresentar apenas uma lista de links, a SERP reúne e organiza informações logo no topo. Isso muda a relação entre busca, atenção e clique.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o zero click afeta o tráfego orgânico</h2>



<p>O impacto mais visível das <strong>zero click searches</strong> aparece na queda relativa de cliques em parte das consultas orgânicas, sobretudo nas buscas informacionais mais simples. A página pode continuar bem posicionada, manter boa visibilidade e registrar alto volume de impressões, mas atrair menos visitas do que atraía antes.</p>



<p>Esse dado, porém, exige leitura estratégica. Menos clique não significa, de forma automática, menos relevância do canal orgânico. Em muitos casos, o que mudou foi a natureza da busca.&nbsp;</p>



<p>Consultas de topo de funil, muito simples ou utilitárias, tendem a sofrer mais com resposta direta. Já as buscas comparativas, investigativas, especializadas ou transacionais ainda dependem de conteúdo mais robusto, prova de autoridade, avaliação de alternativas e maior confiança na fonte.</p>



<p>Também houve mudança na jornada. Antes, várias pesquisas informacionais geravam visitas recorrentes a conteúdos básicos. Agora, parte dessa função fica na SERP. Isso pressiona métricas tradicionais, como sessões orgânicas, mas também valoriza ativos capazes de capturar demanda em momentos de maior complexidade. Em vez de atrair clique por qualquer pergunta, passa a importar mais atrair a visita certa, na etapa certa.</p>



<p>Outro efeito relevante está no <strong>aumento da diferença entre impressão e clique</strong>. A marca pode aparecer mais, ocupar mais consultas e até ser citada ou usada como referência em ambientes de IA, mas sem converter tudo isso em tráfego na mesma proporção de antes. Essa dissociação exige revisão de métricas e de expectativas. <strong>Em várias estratégias, a <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/o-fim-da-radio-eldorado-e-o-risco-da-baixa-visibilidade-organica/" title="visibilidade orgânica">visibilidade orgânica</a> continua a crescer enquanto o CTR cai</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Zero click prejudica o SEO?</h2>



<p>A resposta curta é: depende da busca e da forma como a estratégia foi construída. Se o plano de <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/cases/b3-aumenta-trafego-organico-em-1-150-em-setor-muito-competitivo/" title="SEO">SEO</a> depende fortemente de consultas informacionais básicas, a tendência é de perda mais acentuada de cliques. Se a operação trabalha temas mais complexos, comparativos, especializados ou ligados à decisão, o impacto pode ser menor.</p>



<p>Por isso, não faz sentido tratar zero click como prova de que SEO perdeu valor. O que perdeu força foi uma lógica antiga, baseada em capturar tráfego a partir de qualquer dúvida simples.&nbsp;</p>



<p>Hoje, a busca continua importante, mas o tipo de conteúdo que sustenta performance precisa entregar algo além da resposta curta. SEO segue relevante para descoberta, autoridade, consideração e conversão, mas pede mais precisão estratégica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">SEO ainda vale a pena em um ambiente com zero click?</h2>



<p>Sim, SEO continua a valer a pena porque a busca segue como infraestrutura central de descoberta, comparação e intenção. O que mudou foi a forma de capturar valor. Em vez de depender apenas do clique em consultas superficiais, a estratégia precisa concentrar esforços nas buscas em que profundidade, confiança e diferenciação ainda fazem diferença.</p>



<p>Também não faz sentido ignorar que o Google ainda envia enorme <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/topico/trafego-organico/" type="post_tag" id="26">volume de tráfego</a> para a web. Mesmo com zero click e IA, a busca permanece dominante como canal de referência. Portanto, a discussão séria não é “SEO morreu?”, mas “quais tipos de busca ainda geram clique, influência e resultado para o negócio?”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1200" height="675" loading="lazy" src="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2026/05/Zero-click-searches-2.webp" alt="Ilustração de lâmpada acesa sobre elementos gráficos de conteúdo digital, como ajustes, vídeo, dúvida, documento e indicador, em fundo laranja." class="wp-image-5354" srcset="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2026/05/Zero-click-searches-2.webp 1200w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2026/05/Zero-click-searches-2-636x358.webp 636w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2026/05/Zero-click-searches-2-407x229.webp 407w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2026/05/Zero-click-searches-2-1008x567.webp 1008w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2026/05/Zero-click-searches-2-150x84.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como adaptar a estratégia de SEO ao avanço do zero click</h2>



<p>Diante desse movimento, a adaptação da <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/estrategias-seo-local/" type="post" id="3902">estratégia de SEO</a> não passa por produzir mais do mesmo nem por disputar qualquer clique a qualquer custo. O foco precisa estar em entender onde a SERP já resolve a dúvida sozinha e onde ainda existe espaço para conteúdo que aprofunda, diferencia e apoia decisões. Na prática, essa adaptação envolve alguns ajustes centrais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>reforce a leitura de intenção de busca:</strong> conteúdos feitos apenas para capturar volume tendem a perder força com mais rapidez. Se a SERP já resolve a dúvida básica, a página precisa entregar algo que a resposta curta não entrega, como comparação, interpretação, profundidade, método, aplicação prática ou apoio à decisão;</li>



<li><strong>produza conteúdo que justifique o clique:</strong> não basta ampliar o texto. O ponto está em aumentar a utilidade. Materiais rasos perdem espaço porque não oferecem motivo suficiente para sair da SERP. Já conteúdos que ajudam a avaliar caminhos, evitar erros, comparar alternativas e tomar decisões preservam valor estratégico;</li>



<li><strong>fortaleça autoridade de marca e autoridade temática:</strong> quando muitas páginas tratam o mesmo tema de forma parecida, tende a ganhar espaço quem demonstra repertório, consistência editorial e confiança. Isso envolve especialização, clareza sobre quem produz o conteúdo e coerência entre o que a marca publica e o reconhecimento que conquista no mercado;</li>



<li><strong>amplie a medição para além da sessão orgânica:</strong> em um ambiente com zero click, tráfego continua importante, mas já não resume toda a contribuição do SEO. Vale acompanhar também impressões qualificadas, presença em snippets, crescimento de branded search, influência em conversões assistidas e participação em jornadas que amadurecem depois em outros canais;</li>



<li><strong>trabalhe presença em múltiplos formatos da SERP:</strong> conforme a busca, texto puro não basta. FAQ, vídeo, imagem, conteúdo local e ativos que respondem bem a dúvidas específicas podem ampliar presença e aumentar as chances de a marca aparecer em diferentes superfícies da busca.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Oportunidades do zero click para marca, influência e demanda indireta</h2>



<p>As <strong>zero click searches</strong> também criam oportunidades. A primeira é de <strong>branding</strong>. Mesmo sem clique, uma marca pode aparecer associada a determinado tema com frequência suficiente para ganhar reconhecimento. Em mercados competitivos, essa repetição ajuda a consolidar lembrança e preferência.</p>



<p>A segunda oportunidade está na <strong>influência</strong>. Nem toda busca precisa terminar em visita imediata para produzir efeito. Em muitos casos, a SERP participa da formação de opinião, da descoberta inicial e do filtro de alternativas. <strong>Quando a marca aparece com consistência em temas relevantes, passa a influenciar a decisão antes mesmo do acesso ao site</strong>.</p>



<p>A terceira oportunidade está na <strong>captura indireta</strong>. Parte da demanda não converte no primeiro clique, mas volta depois em branded search, acesso direto, busca por categoria mais madura ou entrada em outros canais. <strong>Esse efeito exige integração entre SEO, conteúdo, analytics e marca</strong>. Sem essa leitura, o orgânico parece render menos do que de fato rende.</p>



<p>Zero click não representa o fim do tráfego orgânico. Representa o fim de uma leitura simplista sobre como a busca gera valor. O canal continua essencial, mas pede outra régua de análise e outra forma de construir presença.&nbsp;</p>



<p>Para empresas que dependem de descoberta, autoridade e demanda qualificada, a resposta não está em abandonar SEO, mas em produzir conteúdo que mereça o clique quando o clique realmente importar. Quer saber na prática como fazer isso? <strong><a href="https://calendar.app.google/DsdUEkRmCYmVox547">Entre em contato com a Prosperidade Conteúdos</a></strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">FAQ: perguntas frequentes e respostas sobre zero click</h2>



<div class="schema-faq wp-block-yoast-faq-block"><div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920177740"><strong class="schema-faq-question">O que é zero click?</strong> <p class="schema-faq-answer">Zero click é a busca em que a resposta aparece na própria página de resultados, sem necessidade de acesso a um site. Isso pode acontecer com snippets, mapas, painéis de informação, perguntas relacionadas, calculadoras e respostas apoiadas por IA.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920182055"><strong class="schema-faq-question">Como o zero click afeta o tráfego orgânico?</strong> <p class="schema-faq-answer">O zero click afeta o tráfego orgânico porque reduz parte dos cliques em buscas informacionais mais simples. A página pode continuar com boa visibilidade e alto volume de impressões, mas receber menos visitas do que recebia antes.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920182747"><strong class="schema-faq-question">Zero click prejudica o SEO?</strong> <p class="schema-faq-answer">Zero click não invalida o SEO, mas pressiona estratégias baseadas apenas em volume de tráfego. Quando a SERP responde dúvidas básicas sozinha, conteúdos genéricos perdem força. Por outro lado, temas comparativos, analíticos, especializados e ligados à decisão continuam com potencial de atrair clique e gerar resultado.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920184090"><strong class="schema-faq-question">SEO ainda vale a pena com o avanço do zero click?</strong> <p class="schema-faq-answer">Sim. O SEO ainda vale a pena porque a busca continua importante para descoberta, consideração e conversão. O que mudou foi a forma de capturar valor. Em vez de depender de qualquer clique, a estratégia precisa priorizar buscas em que profundidade, confiança e diferenciação fazem diferença.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920184721"><strong class="schema-faq-question">Por que as zero click searches estão aumentando?</strong> <p class="schema-faq-answer">As zero click searches estão aumentando porque o Google passou a responder mais perguntas dentro da própria SERP. Featured snippets, módulos de resposta rápida e recursos de IA ampliaram a capacidade de entregar informação antes do clique.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920185263"><strong class="schema-faq-question">Quais buscas sofrem mais com zero click?</strong> <p class="schema-faq-answer">As buscas que mais sofrem com zero click costumam ser consultas informacionais simples, como definições, conversões, clima, horário de funcionamento e dúvidas diretas. Já buscas mais complexas, comparativas ou ligadas à decisão ainda tendem a exigir visita a conteúdos mais completos.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920186225"><strong class="schema-faq-question">Como adaptar a <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/cases/b3-aumenta-trafego-organico-em-1-150-em-setor-muito-competitivo/" title="estratégia de SEO">estratégia de SEO</a> ao zero click?</strong> <p class="schema-faq-answer">Para adaptar a estratégia de SEO ao zero click, vale reforçar a leitura de intenção de busca, produzir conteúdo que justifique o clique, fortalecer autoridade temática, acompanhar métricas além da sessão orgânica e ampliar presença em diferentes formatos da SERP.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1777920265847"><strong class="schema-faq-question">Zero click pode gerar oportunidade para marcas?</strong> <p class="schema-faq-answer">Sim. Zero click também pode gerar oportunidade para marcas porque amplia exposição, reforça associação temática e influencia decisões mesmo sem visita imediata ao site. Em muitos casos, a busca sem clique contribui para a lembrança de marca, branded search e demanda indireta.</p> </div> </div>
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        </item>
            <item>
            <title>Conheça a Brand Authority, criada para medir poder das marcas</title>
            <link>https://www.prosperidadeconteudos.com/brand-authority-moz-metrica/</link>
            <pubDate>Mon, 14 Aug 2023 18:41:00 +0000</pubDate>
            <guid isPermaLink="true">https://www.prosperidadeconteudos.com/brand-authority-moz-metrica/</guid>
            <description><![CDATA[<p>Métrica criada pela Moz utiliza dados de volume de buscas</p>
<p>O post <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/brand-authority-moz-metrica/">Conheça a Brand Authority, criada para medir poder das marcas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com">Prosperidade Conteúdos</a>.</p>
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            <content:encoded><![CDATA[
<p>A Moz, uma das mais populares&nbsp;ferramentas de SEO&nbsp;do mercado, lançou uma nova métrica chamada Brand Authority. Trata-se de um indicador que visa quantificar o poder de uma marca por meio de seu impacto nos mecanismos de busca.&nbsp;</p>



<p>O recurso foi adicionado à ferramenta Domain Overview (Visão Geral de Domínio) em um local de destaque, ao lado de outros dados importantes, como autoridade de domínio e autoridade de página.</p>



<p>Peter J. Meyers,&nbsp; cientista de marketing da companhia,&nbsp;escreveu no blog da empresa: “Todos nós reconhecemos o poder das marcas. Mas, frequentemente, o valor da construção de uma marca é reduzido a um mero aceno de mão ou a um pensamento positivo. Hoje, a Moz torna o poder da marca mensurável.”&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é branding?</h2>



<p>Branding é um termo que se refere às estratégias voltadas à gestão de marcas. Ou seja, à criação de uma identidade de uma empresa e à perspectiva do público quando com ela se relaciona. </p>



<p>As ações de brand awareness (reconhecimento de marca) se utilizam de diversas ações de marketing para tornar uma marca popular e melhorar a percepção dos clientes.&nbsp;</p>



<p>Uma das maiores dificuldades do setor, contudo, é a mensuração da força de uma marca. Afinal, como traduzir em números um conceito tão subjetivo?<a></a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://calendar.app.google/DsdUEkRmCYmVox547"><img decoding="async" width="1200" height="600" loading="lazy" src="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao.webp" alt="Banner CTA para agendar conversa com os consultores da Prosperidade Conteúdos, sua agência de SEO e Marketing Digital" class="wp-image-4459" srcset="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao.webp 1200w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao-150x75.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a métrica Brand Authority da Moz?</h2>



<p>Brand Authority (Autoridade de Marca) é uma métrica desenvolvida pela Moz que classifica, por meio de um valor entre 1 e 100, o poder (ou a força) de uma marca em seus canais digitais. O cálculo visa facilitar a visualização de um dos conceitos de marketing mais difíceis de se medir: o branding.&nbsp;</p>



<p>A imagem de uma marca é composta por muitos componentes. Logotipo, paleta de cores, slogan, vinheta e posicionamento são apenas alguns exemplos. Mas seu impacto vai muito além disso. Diz respeito à ótica do público a cada interação com a marca no dia a dia, em eventos, em seus&nbsp;canais digitais&nbsp;e também em aparições, citações e referências em mídias externas, como imprensa, blogs, sites e até mesmo no boca a boca.&nbsp;</p>



<p>No post no qual introduz o Brand Authority, a Moz utiliza o exemplo da Apple. Em inglês, o termo quer dizer “maçã”. Mas, quando alguém realiza uma busca no Google pelo termo “apple”, a maior parte dos usuários em inglês tem como&nbsp;intenção de busca&nbsp;algo relacionado à marca de tecnologia — e não à fruta. Esse conceito é chamado de interpretação dominante.</p>



<p>Esse é um dos desafios dos buscadores: entender o que o usuário precisa com uma solicitação manifestada por meio de um termo digitado na barra de pesquisa.&nbsp;</p>



<p>O exemplo da Apple nos mostra o poder de branding da empresa. A Autoridade de Marca tenta quantificar o poder de uma marca por meio dos termos relacionados à companhia e aos seus produtos e serviços.&nbsp;</p>



<p>Trata-se de uma avaliação que se aproxima da Share of Search, calculada através da proporção de buscas por determinada marca em um setor específico. Esse indicador é considerado uma métrica preditiva, pois, geralmente, quanto maior a proporção de buscas por uma marca, maior o seu market share.</p>



<p>Contudo, a Share of Search não leva em consideração outros termos relacionados à marca.</p>



<p>Na imagem acima, temos alguns termos facilmente associados a Apple à esquerda. Do lado direito, contudo, vemos&nbsp;palavras-chave&nbsp;de alto volume de buscas que também são referentes à marca, mas cuja identificação não é tão simples.&nbsp;</p>



<p>A Brand Authority tenta solucionar essa questão, incluindo tais keywords à fórmula. A Moz não revela exatamente como o cálculo é realizado, mas indica dois fatores para atribuir a pontuação:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O conhecimento da ferramenta sobre os resultados de pesquisa e recursos avançados dos buscadores</li>



<li>O banco de dados com informações do volume de pesquisa.</li>
</ol>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Para que serve a Brand Authority?</h2>



<p>A Brand Authority auxilia a calcular a Autoridade de Marca de uma empresa por meio da análise de buscas nos principais mecanismos de pesquisa.&nbsp;</p>



<p>A ferramenta Moz permite, também, a visualização gráfica de comparativos para dimensionar o impacto de uma marca.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a diferença entre Brand Authority e Domain Authority?</h2>



<p>A Moz é reconhecida mundialmente como criadora de dois dos mais importantes indicadores de <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/cases/b3-aumenta-trafego-organico-em-1-150-em-setor-muito-competitivo/" title="SEO">SEO</a>: a autoridade de domínio e a autoridade de página. Essas métricas levam em consideração a quantidade e a qualidade de backlinks que apontam para um domínio ou página. </p>



<p>De acordo com a organização: “Essa ainda é uma ferramenta poderosa para avaliar o potencial de classificação de um site. Ao adicionar a Autoridade de Marca à combinação, criamos uma dupla ainda mais forte que reflete uma gama de sinais de autoridade do mundo real e a realidade da evolução do marketing em mecanismos de pesquisa”.&nbsp;<a></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as empresas com o maior Brand Authority?</h2>



<p>A empresa divulgou, ainda, uma lista com as&nbsp;<a href="https://moz.com/top-brands">500 companhias com o maior Brand Authorit</a>y de acordo com o banco de dados. As 10 empresas que lideram o ranking nos Estados Unidos são:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Google</li>



<li>YouTube</li>



<li>Facebook</li>



<li>Amazon</li>



<li>Walmart</li>



<li>Target</li>



<li>Yahoo</li>



<li>Homedepot</li>



<li>Walgreens</li>



<li>Fox News.</li>
</ul>



<p>Por enquanto, a ferramenta está em período de teste e, por isso, só é possível checar a Autoridade de Marca de empresas americanas.&nbsp;</p>



<p><strong>E aí, gostou deste conteúdo? Se você quiser saber como essa estratégia pode aumentar a visibilidade de sua marca e trazer novos negócios de forma orgânica, sem gastar uma fortuna com anúncios, <a href="https://calendar.app.google/DsdUEkRmCYmVox547">entre em contato com os nossos especialistas</a>.</strong></p>
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            <item>
            <title>Atualizações do Google: conheça a história e o que cada uma mudou</title>
            <link>https://www.prosperidadeconteudos.com/atualizacoes-google-algoritmo/</link>
            <pubDate>Thu, 09 Mar 2023 19:07:00 +0000</pubDate>
            <guid isPermaLink="true">https://www.prosperidadeconteudos.com/atualizacoes-google-algoritmo/</guid>
            <description><![CDATA[<p>Updates buscam principalmente melhorar a experiência de usuários e entregar o que eles realmente procuram ao fazer uma pesquisa</p>
<p>O post <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/atualizacoes-google-algoritmo/">Atualizações do Google: conheça a história e o que cada uma mudou</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com">Prosperidade Conteúdos</a>.</p>
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            <content:encoded><![CDATA[
<p>Não faz tanto tempo assim que os sites chegavam a enfiar até 20 vezes uma mesma palavra-chave em um começo de texto com o único objetivo de atrair o&nbsp;algoritmo do Google&nbsp;para lá e tentar aparecer bem nos resultados de buscas.</p>



<p>O resultado disso é que os textos ficavam feios, truncados, muitas vezes até sem sentido. Eram, claramente, textos escritos para robôs, não para pessoas.</p>



<p>Mas o Google não quer entregar um texto nonsense para um leitor. Ele quer que alguém tenha sua dúvida efetivamente sanada ao clicar em um dos mais bem posicionados textos da página de resultados depois de pesquisar alguma coisa.</p>



<p>Ele quer entregar uma boa experiência para o usuário.</p>



<p>E é isso o que a gente, enquanto usuário, quer também, certo? Queremos buscar alguma coisa no Google e efetivamente encontrar, como resposta, um texto bem escrito, claro, informativo, que esclareça aquela pergunta inicial.</p>



<p>É com isso em mente que o Google faz atualizações em seu algoritmo – as regras de seu programa, que estão por trás de toda essa mágica –, para torná-lo o mais eficaz possível.</p>



<p>Neste artigo vamos conhecer as principais atualizações que já foram feitas por essa empresa, que&nbsp;<a href="https://gs.statcounter.com/search-engine-market-share">responde por 92,4% do mercado mundial de mecanismos de buscas</a>.<a></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funcionam as atualizações do Google?</h2>



<p>O Google faz atualizações diárias. Isso mesmo: diárias.</p>



<p>Essas atualizações são ajustes que o maior buscador do mundo faz para tornar seu algoritmo mais eficiente. Vejam o que escreveu o Google sobre isso em 2019:</p>



<p><em>“Praticamente todos os dias, o Google lança pelo menos uma alteração para melhorar os resultados da pesquisa. A maioria dessas mudanças não é perceptível, mas ajuda no nosso processo de aprimoramento contínuo.”</em></p>



<p>De vez em quando, no entanto, o Google faz mudanças mais radicais no seu algoritmo. Mudanças que, de tão significativas, alteram até mesmo o <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/cases/b3-aumenta-trafego-organico-em-1-150-em-setor-muito-competitivo/" title="tráfego orgânico">tráfego orgânico</a> dos sites. Essas atualizações maiores podem acontecer “várias vezes por ano”.</p>



<p>O Google possui, hoje, mais de 200 fatores de ranqueamento. Ou seja, mais de duas centenas de critérios para definir se um site merece estar na primeira posição da&nbsp;página de resultados de buscas&nbsp;ou não.</p>



<p>As alterações maiores muitas vezes alteram radicalmente esses critérios.</p>



<p>Elas são comunicadas pelo Google (nem sempre, mas ultimamente sim) e ganham até apelidos. A seguir, vamos conhecer as principais.<a></a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://calendar.app.google/DsdUEkRmCYmVox547"><img decoding="async" width="1200" height="600" loading="lazy" src="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao.webp" alt="Banner CTA para agendar conversa com os consultores da Prosperidade Conteúdos, sua agência de SEO e Marketing Digital" class="wp-image-4459" srcset="https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao.webp 1200w, https://www.prosperidadeconteudos.com/wp-content/uploads/2025/06/CTA-de-Marcar-Reuniao-150x75.webp 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais foram as atualizações do Google mais importantes?</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Florida</li>



<li>Jagger</li>



<li>Panda</li>



<li>Penguin</li>



<li>Hummingbird</li>



<li>Atualização do HTTPS/SSL</li>



<li>Pigeon</li>



<li>Mobilegeddon</li>



<li>Fred</li>



<li>Medical Update</li>



<li>EAT</li>



<li>BERT</li>



<li>Core Web Vitals</li>



<li>Atualização do spam por links</li>



<li>Helpful Content</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Florida</h3>



<p>Esta foi a primeira grande atualização,&nbsp;<strong>feita em 2003</strong>. Foi ela que acabou com aquele truque terrível que alguns sites usavam para colocar um zilhão de palavras-chaves espalhadas pelo texto para tentar ranquear bem.</p>



<p>Ajudou, portanto, a melhorar a qualidade dos sites em geral e punir aqueles que não estavam entregando o que prometiam.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Jagger</h3>



<p>Foi a primeira atualização que começou a punir o mau uso de links pelos sites, numa tentativa de serem melhor posicionados pelo Google.</p>



<p>Práticas como compra de links ou fazenda de links (plante um na minha que eu retribuo com um na sua) começaram a ser punidas.&nbsp;<strong>Isso já em 2005</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Panda</h3>



<p>A atualização foi realizada&nbsp;<strong>em 2011</strong>&nbsp;e, de novo, punia sites com baixa qualidade, com o intuito de melhorar os resultados das buscas. O Google escreveu na época:</p>



<p><em>“Estamos muito empolgados com essa nova melhoria no ranking porque acreditamos que é um grande passo na direção certa para ajudar as pessoas a encontrar uma qualidade cada vez maior em nossos resultados. Estamos lidando com esses problemas há mais de um ano e trabalhando nessa mudança específica nos últimos meses. E estamos trabalhando em muitas outras atualizações que acreditamos que melhorarão substancialmente a qualidade das páginas em nossos resultados.”</em><a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Penguin</h3>



<p><strong>Lançada em 2012</strong>, também penalizava sites que usavam truques para tentar enganar o algoritmo do Google, como o excesso de palavras-chave, conteúdos duplicados e fazendinha de links.</p>



<p>Tinha site que até colocava palavras-chave ocultas (por exemplo, escritas na mesma cor do fundo da tela) só para tentar atrair os robôs.</p>



<p>O recado dessa atualização foi: o Google não é bobo, gente!&nbsp;<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Hummingbird</h3>



<p>Foi uma revisão completa feita no algoritmo do Google,<strong>&nbsp;em 2013</strong>, com o objetivo de melhorar a entrega dos resultados de acordo com a intenção de busca dos usuários.</p>



<p>Para isso, foram incluídos vários outros fatores de ranqueamento importantes, voltados para o conteúdo.<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Atualização do HTTPS/SSL&nbsp;</h3>



<p>No ano seguinte, o HTTPS (sites com informações criptografadas) tornou-se um fator de ranqueamento também, com o objetivo de aumentar a segurança na internet.<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Pigeon</h3>



<p>Também foi&nbsp;<strong>em 2014</strong>&nbsp;que o Google fez essa atualização, que ficou conhecida como uma das mais importantes. Ela passou a priorizar resultados mais próximos do local onde o usuário vive, especialmente em buscas relacionadas a negócios. A mudança também afetou a forma como os resultados apareciam no Google Maps.</p>



<p>Aparentemente, o Google passou a considerar de modo mais relevante a localização do usuário como um fator de ranqueamento de busca.&nbsp;<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Mobilegeddon</h3>



<p><strong>Em 2015</strong>, essa atualização&nbsp;passou a considerar que os sites devem ser mobile friendly&nbsp;– ou seja, adequados para o uso por dispositivos móveis, como smartphones – para ranquear bem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fred</h3>



<p><strong>Em 2017</strong>, essa atualização voltou a penalizar sites com baixa qualidade e excesso de anúncios.<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Medical Update</h3>



<p><strong>No ano seguinte</strong>, essa atualização passou a valorizar ainda mais a autoridade dos sites como fator de ranqueamento.</p>



<p>Ela ganhou esse apelido porque os sites de saúde foram os mais afetados. O Google deu o recado: saúde é uma coisa importante demais para que conteúdos a respeito sejam escritos por gente que não entende nada do riscado.</p>



<p>Mas não afetou só as páginas de saúde. Com essa atualização, a autoria dos artigos em todos os tipos de sites passou a ser mais valorizada.</p>



<p>Quando o Google percebe que um especialista em <a href="https://www.prosperidadeconteudos.com/cases/b3-aumenta-trafego-organico-em-1-150-em-setor-muito-competitivo/" title="SEO">SEO</a> está escrevendo sobre o tema, por exemplo, vai ranquear melhor o texto dele.<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">EAT</h3>



<p>O acróstico se refere a Expertise, Autoridade (ou reconhecimento) e Credibilidade (ou confiança), três conceitos que passaram a ganhar ainda mais importância como fator de ranqueamento pelo Google.&nbsp;<strong>A atualização é de 2019</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confiabilidade e diversidade</h4>



<p><strong>Ainda em 2019</strong>, o Google fez uma atualização que tornou a confiança do leitor no conteúdo um fator importante de ranqueamento.</p>



<p>Poucos dias depois, uma nova mudança gerou impacto para grandes portais que apareciam com inúmeros links na primeira página de resultados: com essa atualização, o Google limitou a 2 o número de links de um mesmo site nessa importante vitrine.<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">BERT</h3>



<p><strong>No fim de 2019</strong>, o Google anunciou a atualização BERT, primeiro só para sites em inglês e depois para várias outras línguas.</p>



<p>Com essa atualização, o Google incorporou o NLP (processamento de linguagem natural, em português), que é um ramo da inteligência artificial, no seu algoritmo. A intenção era tornar o entendimento das pesquisas o mais próximo possível de como os humanos pensam.</p>



<p><em>“A pesquisa será capaz de entender o contexto das palavras em sua consulta. Você poderá pesquisar de uma maneira que pareça natural para você”, explicou o vice-presidente do Google, Pandu Nayak,&nbsp;</em><a href="https://www.blog.google/products/search/search-language-understanding-bert/"><em>em um longo texto na época</em></a><em>.</em></p>



<p>Essa foi considerada a principal atualização do Google desde 2014.<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Core Web Vitals</h3>



<p>Desde&nbsp;<strong>maio de 2020</strong>, as&nbsp;Core Web Vitals&nbsp;foram incorporadas ao Googlebot, o algoritmo do Google responsável pela classificação dos resultados das pesquisas.&nbsp;</p>



<p>Elas são indicadores essenciais para uma boa experiência de página. Ou seja, fatores que beneficiam a navegação do usuário e podem ser mensurados.&nbsp;</p>



<p>São divididas em três áreas da experiência do usuário:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carregamento:</strong>&nbsp;a página deve carregar os elementos da página com velocidade em diferentes dispositivos;</li>



<li><strong>Interatividade:</strong>&nbsp;o site deve facilitar a navegação do usuário por meio de links, menus, formulários, barras de pesquisa, plugins e outros elementos de página, assim como sua funcionalidade;</li>



<li><strong>Estabilidade visual:</strong>&nbsp;é importante proporcionar uma experiência visual dinâmica, compreensível e funcional.</li>
</ul>



<p>O Google usa três métricas para medir as Core Web Vitals de um site: Largest Contentful Paint (LCP), Cumulative Layout Shift (CLS) e First Input Delay (FID).<a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Atualização do spam por links</h3>



<p>A atualização<strong>&nbsp;aconteceu em 2021</strong>&nbsp;e trouxe punição para sites que não seguiam as práticas recomendadas pelo Google para uso de links.</p>



<p>Por exemplo, colocavam links de afiliadas para gerar receita para o site sem estarem qualificados como links patrocinados.</p>



<p>O Google foi bem explícito em seu recado, no texto que explicou a atualização:</p>



<p><em>“Como sempre, os proprietários de sites precisam conferir se estão seguindo as práticas recomendadas para links, sejam eles de entrada ou de saída. É melhor focar na produção de conteúdo de alta qualidade e na otimização da experiência do usuário em vez de manipular links. Inclua tags adequadas nos links do seu site e de afiliados para aumentar o reconhecimento e gerar receita.”</em><a></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Helpful Content, ou atualização de conteúdo útil</h3>



<p>Foi uma das grandes atualizações mais recentes do Google,<strong>&nbsp;</strong><a href="https://developers.google.com/search/blog/2022/08/helpful-content-update"><strong>anunciada em agosto de 2022</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Com o Google People-First update,&nbsp;a empresa de tecnologia passou a priorizar conteúdos feitos de pessoas para pessoas.&nbsp;Ou seja, aquele que é escrito pensando realmente no usuário que vai ler, não com o intuito de agradar robôs de mecanismos de buscas.</p>



<p>Isso não significa que você precise esquecer as boas práticas de SEO. Nas palavras do Google:</p>



<p><em>“Os criadores de conteúdo focados nas pessoas priorizam a criação de conteúdo satisfatório e, ao mesmo tempo, usam as práticas recomendadas de SEO para agregar mais valor aos usuários.”</em></p>



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